A evolução do ensino e do material de inglês no Brasil

Conheça um pouco da história do ensino da língua inglesa no Brasil e descubra por que o material de inglês precisa ser modernizado.

A evolução do ensino e do material de inglês no Brasil

A boa escolha do material de inglês é fator determinante no sucesso de ensino-aprendizagem. Hoje em dia, com o avanço da tecnologia, livros para ensinar inglês já não se demonstram como a melhor alternativa.

O material didático vem ganhando um destaque ainda maior nas discussões educacionais, desde que a influência tecnológica tomou conta de todas as áreas de conhecimento e das relações humanas.

Se você nasceu entre os anos 60 e 70, deve ter na lembrança a difícil tarefa de arcar com o peso da mochila para ir à escola, muitas vezes até provocando problemas de coluna.

O uso de livros diversos e pesados fazia parte do cotidiano escolar. Substituídos aos poucos por apostilas menores, hoje a época dos livros escolares pesados parece ter ficado definitivamente no passado.

O material didático está migrando, a grandes passos, para o formato digital. Como não poderia deixar de ser, o mesmo está acontecendo com o material de inglês.

Nessa direção, alguns componentes e conceitos surgem quase de forma indissociável: gamificação, sala de aula invertida, metodologias ativas de ensino, plataformas, laboratório de informática, educação à distância, problematização, aprendizagem com significado e assim por diante.

Cada vez mais é reconhecido que, para o estudante que vive integralmente inserido no mundo digital, insistir na relação livro, quadro, giz, aula expositiva, é voltar os olhos para o passado. E fracassar.

Entenda como se deu a evolução do ensino e material de inglês, e porque precisamos modernizá-lo.

Que inglês estamos ensinando?
Breve história do ensino de inglês
Material de inglês na Era Digital

Que inglês estamos ensinando?

A língua inglesa, reconhecidamente aceita como a língua franca no mundo atual, faz-se presente na vida dos jovens estudantes por diversos canais: jogos, seriados, filmes, sites com assuntos de interesse, músicas, contatos com jovens de outros países através das redes sociais.

Tanto no mundo acadêmico, quanto na vida profissional, ser falante em inglês é um dos diferenciais mais exigidos e valorizados quando se trata de buscar melhores posições e oportunidades.

Inglês é a língua da e para a comunicação. Sem ela o jovem brasileiro, assim como todo cidadão a qualquer idade, fica com sua capacidade de inserção nos cenários internacionais irremediavelmente comprometida.

Já não há mais dúvidas, hoje, de que a metodologia de ensino-aprendizagem de inglês nas escolas regulares não funciona.

Estudos consistentes, realizados por entidades reconhecidas como o Plano CDE para o British Council, levantam a espantosa informação de que menos de 1% da população se autodeclara fluente na língua inglesa.

Isso torna evidente que ter anos de estudo de inglês, da forma como é ensinado, não garante a aprendizagem.

Livros para ensinar inglês através de gramática, vocabulário... em qual curva de rio estagnou nossa trajetória para nos tornarmos um país de elevada proficiência na língua inglesa?

Breve história do ensino de inglês

Acredita-se que o primeiro encontro do Brasil com a língua inglesa tenha ocorrido apenas trinta anos depois da descoberta de nosso país.

Para Gislaine P. Lima, da UEL, em “Breve trajetória da língua inglesa e do livro didático de Inglês no Brasil”, no ano de 1530 um aventureiro inglês chamado William Hawkins teria desembarcado na costa brasileira, dando lugar ao primeiro contato dessa língua com os lusitanos e nativos.

Seguiu-se um período de crescentes incursões de outros navegantes, fechamento dos portos europeus para a Inglaterra e consequente estreitamento das relações com o Brasil.

Os ingleses tiveram permissão para instalar aqui casas comerciais, no início do Século XIX, oferecendo oportunidades de emprego.

No entanto, havia a dificuldade do idioma e, para resolvê-lo, o príncipe regente de Portugal D. João VI, assinou um decreto em 22 de junho de 1809, mandando criar uma escola de língua francesa e outra de língua inglesa.

Esse foi o início do ensino formal de inglês no Brasil.

Interessante é observar que, naquele início, a finalidade do ensino de inglês era a prática oral. Visava, quase exclusivamente, permitir a comunicação entre empregados e seus superiores, para receber instruções e treinamentos.

Contudo, aos poucos, a metodologia de ensino acabou derivando para a mesma adotada no estudo das línguas mortas.

Passou-se, então, a priorizar a tradução e análise gramatical. A oralidade ficou em segundo plano, uma vez que a principal necessidade passou a ser o ingresso em cursos superiores.

Ao longo dos anos, e dependendo da visão dos governantes, a língua inglesa, assim como outras línguas estrangeiras, foram tidas ora como obrigatórias, ora facultativas.

Sob o governo do Getúlio Vargas, em 1930, porém, o inglês ganha mais difusão e é nessa mesma época que os Estados Unidos começam a conquistar seu poderio econômico internacional, inclusive no Brasil.

Daquele período em diante, ocorreram grandes mudanças na metodologia de ensino, como a introdução do método direto, que é o ensino das línguas estrangeiras através das próprias línguas.

Posteriormente, as Leis de Diretrizes e Bases, de 1961, 1971 e 1996 trataram com diferentes graus de importância o ensino das línguas estrangeiras. Em 1991, os Planos Curriculares Nacionais (PCN) defendiam que o objetivo da língua estrangeira era o da comunicação, todavia, focavam principalmente na leitura.

Hoje, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), publicada em 2017, define o inglês como a língua estrangeira obrigatória, a partir do 6º ano.

A BNCC destaca a meta de desenvolver habilidades voltadas para a comunicação, superando o clássico enfoque em domínio de gramática e aquisição de vocabulário.

Agora que você sabe como se deu a evolução do ensino de inglês no Brasil, entenda por que o material de inglês deve ser modernizado.

Material de inglês na Era Digital

Desde os livros para a alfabetização usados do Século XVI ao XVIII pelos jesuítas, inicialmente escritos em latim e, depois, sob encomenda escritos em inglês e espanhol, o livro didático vem se mantendo como organizador de conteúdo e como o principal guia para a transmissão do conhecimento.

Durante muito tempo, a aula expositiva foi o único procedimento adotado como prática pedagógica em sala de aula.

No decorrer do tempo, a clássica transmissão do conhecimento do professor, especialmente pela linguagem verbal, para o aluno, com o uso do livro didático, norteador, rígido, passou a ser criticada pelos educadores.

Graças aos ensinamentos de alguns pesquisadores, desde o século passado, o ensino no Brasil e no mundo vem atravessando um período de transição, com base principalmente no reconhecimento da importância da ação de cada indivíduo na construção do próprio conhecimento.

O professor deixa seu papel exclusivo de transmissor e assume o de mediador.

Com planejamento e estratégias bem fundamentadas, observamos que hoje ainda convivem harmonicamente livros para ensinar inglês e tecnologia, em muitas instituições de ensino. Complementando-se, somando, agregando.

Mas negar a necessidade da inclusão digital é fechar os olhos para a realidade.

Chega de utilizar somente livros para ensinar inglês. É hora de modernizar o material de inglês!

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